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O que me dá saúde...

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V ou “copiar” aqui um pouquinho de uma autora que gosto muito: Martha Medeiros. Num dos seus textos ela nos conta o quando acha engraçado que de tempos em tempos se divulgue “receitas” milagrosas para se prolongar a vida e combater doenças. E é um tal de tomate é bom pra isso, cebola é bom pra aquilo; tome vinho, não beba álcool; tome muita água: água morna, água gelada, água com limão; limão dá pedra no rim, etc. e tal.  E lá vamos nós pulando de mania em mania, anotando tudo e não tornando nada disso um hábito. E então, Martha dá sua receita também: acha mais seguro não mudar nada porque a gente sabe muito bem o que nos faz mal e o que nos faz bem. E a partir disso ela corre uma lista muito interessante. Lista esta, que todos deveríamos, em um momentinho oportuno, fazer. Em alguns pontos nós até concordamos, em outros divergimos como os pólos da terra. Mas aí vai a minha. - O prazer faz um bem danado, desde que, corpo e espírito estejam em sintonia. - Dormir é b...

Plágio

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Eu NÃO perdoo fácil! Simplesmente porque não me ofendo com pouca coisa e nem levo em conta a maioria das “desditas” que, porventura, alguém me faz...  Eram ofensas? Injúrias? Eu achei que era azia ou dor de estômago... Sou emoção pura e um pouco ( um pouquinho só ) comedida. Nem sempre as pessoas estão preparadas para recebê-las (as minhas  emoções) em suas vidas. Em todas as ocasiões, eu sou capaz de pedir desculpas mesmo tendo razão. Sou assim, mas nem sempre fui assim... Acredito que a maior capacidade do ser humano ainda é MUDAR e ser capaz de DEUS! E, perdoar significa que eu vou restabelecer relações, aliás, nem as perco... Dou apenas o tempo que os corações precisam, às vezes, para se curar. Sou manteiga derretida neste quesito. E também não gosto de pendências com as pessoas. Gosto de tudo às claras. Falo muito sem que as pessoas me entendam exatamente. Mas, falo, não deixo a minha “raiva” se perder no silêncio. Ela se perde no grito, porque em...

O SIM À VIDA

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Meu filho mais velho hoje está com 25 anos... Eu tinha 19 anos quando fiquei grávida. Não estava casada e meu namoro, com alguém tão jovem quanto eu, não tinha pretensões ao casamento. A gravidez foi uma inconsequência da juventude. Eu mal começara minha vida, estava no meu primeiro emprego de verdade e tinha planos de começar a faculdade. Não morava com minha mãe desde meus 16 anos porque ela não podia sustentar todos os filhos depois que ficara viúva. Eu morava numa pensão e não tinha "um gato pra puxar pelo rabo". Meu namorado fazia faculdade e trabalhava, mas não tinha condições de começar uma família. Como eu, ele também era órfão de pai. Lembro-me de ter ido ao médico por estar "passando mal" com alguma coisa que tinha comido. E qual não foi a minha surpresa ao responder as perguntas dele sobre o ciclo menstrual, relações sexuais e se eu fazia uso de anticoncepcionais...   Não, aquilo não era "comum" em minha vida... Mas meu ciclo e...

É só a gente acreditar...

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 O mundo de hoje está cheio de "coisa ruim". E toda vez que ligamos a TV, lemos o jornal ou até mesmo conversamos com as pessoas, ficamos sabendo de coisas estarrecedoras. Algumas coisas e situações fazem até que a gente perca um pouco da fé na humanidade. Fome no mundo, quando há tanta comida desperdiçada em outros lugares... Guerra, terrorismo, violência... inocentes padecendo, perdendo pedaços de seus corpos, senão a vida... Drogas, alcoolismo, cigarro, prostituição... como caminho para substituir uma vida de desilusão... O homem "queimando" o planeta, a casa em que vive... Violência desmedida contra mulheres e crianças... às vezes até dentro da própria família... E falta de solidariedade, fraternidade, justiça, amor... Por quê? Pessoas ruins? Situações ruins? Falta de oportunidades? Capitalismo selvagem? Comunismo? Má distribuição de renda? Isso pra não falar da falta de religiosidade, da FALTA DE DEUS na vida das pessoas, da falta de acre...

Aprendendo a fritar ovo...

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E a receita de hoje é "Ovo Frito"! Aprendendo a fritar ovo... Eu estava conversando com uma amiga. Para variar, sobre catequese. E ela estava me contando sobre a catequese do filho adolescente. Que o menino andou fugindo alguns dias e ficou na praça jogando bola. E que mesmo o catequista sendo bem preparado e tudo, inventando coisas diferentes e tal, às vezes o filho não quer nem saber da coisa. E aí me lembrei de uma outra mãe, amiga minha, que me contou que o catequista da filha é nota 10, no entanto, teve que se ausentar por problemas de saúde e a “substituta” estragou todo o trabalho dele. Era uma pessoa sem preparo e sem trato com os adolescentes. Em resumo, quando o “titular” voltou encontrou uma revolta só. E acabou perdendo a paciência e estragando mais ainda o que já estava estragado. Aí é que está o grande problema: nossa Igreja não tem tantos catequistas preparados assim. Todos os catequistas deveriam estar preparados e envolvidos no processo. Mas só algun...

Desapego...

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Chega um momento em que precisamos nos desapegar. E esta ação descrita no dicionário como “falta de afeição” é antônimo, é claro, de “sentimento de afeição, de simpatia por alguém ou alguma coisa”. E o apego faz parte da vida do ser humano. Impossível viver e amar sem apegar-se! Mas praticar o desapego nem sempre é fácil. Leva a gente a um grande exercício de deixar o "confortável", sair de si mesmo e imaginar o que pode vir depois. O apego normalmente está ligado aos vínculos afetivos que construímos ao longo de nossa vida. É assim com um par de tênis velho, uma jaqueta, um casaco puído... Pode olhar em seu guarda-roupa e em seus armários. Vai ver que muita coisa que tem lá você nem usa mais. Mas existe uma ligação afetiva, uma lembrança, um conforto de saber que aquilo "lhe pertence". Que aquelas coisas te fizeram um bem danado em alguma época de sua vida. Psicólogos nos aconselham a fazer uma “limpeza” em nossos armários de vez em quando, para praticar o d...

Reminiscências...

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  Lembro-me de um natal quando tinha cinco ou sei anos. Morávamos no interior, na sede de um distrito, não me lembro exatamente o que meu pai fazia nessa época, só sei que morávamos numa casa nos fundos da casa de uma outra família. Para variar, nossa situação financeira não era lá muito boa. Meu irmão mais novo nasceu nessa casa. Lembro-me daquela noite, do corre-corre, da parteira chegando, minha irmã mais velha mandando a gente voltar pra cama, do choro do bebê. Meu irmão nasceu em junho. As lembranças de criança são um tanto esparsas e depois do nascimento do dele, me lembro do natal. Meu Pai chegou bem tarde naquela véspera. Trazia ás costas, um saco cheio de coisas para nós. Éramos nove filhos nessa época. Para as meninas menores, eu e minha irmã, ele trouxe uma bonequinha de plástico para cada uma, daquelas com cabelo que parece de milho. Para os dois meninos mais novos ele trouxe um carrinho. Um só. Um dos meus irmãos, o que tinha 10 anos, recusou e disse que não precis...

TAMBÉM TE AMO...

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Passei grande parte da minha adolescência lendo romances... De preferência aqueles que tinham finais felizes. As grandes tragédias românticas sempre me fizeram sentir demais. Daí minha preferência por folhetins melosos. Acredito hoje que isso contribuiu muito para a minha sensibilidade e mais ainda para enriquecer meu português. Motivo pelo qual sempre incentivei meus filhos e alunos a ler. Quem cria o hábito da leitura certamente vai ser um bom “falante”, senão, um bom escritor. E dos romances tirei uma grande lição. E essa lição pode ser resumida numa só frase: “Eu te amo!”. Invariavelmente a grande polêmica de toda aventura romântica é a admissão do amor. A confissão final de que, um não pode viver sem o outro. Claro que se não houvesse percalços a separar amantes, também não haveria romances publicados! Há que se admitir então certa relutância, ignorância ou mesmo descaso para com o amor até que ele se torne imprescindível... A ponto de gerar o beijo apaixonado antes do FIM e d...