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Quando montar o presépio?

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Quem está contando são os EVANGELIZADORES DE PLANTÃO , da Diocese de Santos: "Existe um período correto para montar e desmontar os Presépios? Irmão Maciel – Existe um período certo para montar e desmontar os Presépios. Inclusive, com os devidos e respeitosos cuidados com as sagradas imagens (Sagrada Família, anjo e santos reis). A montagem do Presépio segue o Ciclo Litúrgico Católico. No Brasil, desde o século XVIII, a Igreja orientava aos fiéis para montar o Presépio no dia 15 de dezembro (primeiro dia do Tríduo de Nossa Senhora da Expectação do Parto, com Festa dia 18) e desmontá-lo, no dia seguinte à Epifania (Festa de Reis, 06 de janeiro). Atualmente, costuma-se montá-los para o primeiro domingo do Advento (o primeiro domingo do advento será dia 02 de dezembro) ou no dia 15, quando se inicia a Novena do Natal nas Famílias e/ou Comunidades, deixando a manjedoura vazia até o final da Missa da Vigília (do Galo), na noite do dia 24 de dezembro, quando se d...

Trabalhando sempre...

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Queria agradecer de coração a todos que estão seguindo este blog. Aos que eu conheço e aos que não conheço pessoalmente, mas que tenho certeza, são pessoas maravilhosas. Queria poder dar um abraço em cada um, mas como não posso, queria que vocês soubessem que estão todos em minhas orações (os amigos de verdade e os virtuais). Tenho estado horrorosamente ausente daqui! Isso tudo por conta dessas novas “mídias” que estão por aí... rsrsrsr... É muita coisa, muita coisa...  Mas a gente se vira. Olha só a minha mesa da copa, que agora é oficilamente meu "escritório" e "ateliê": E estou trabalhando mais com minhas coisas pessoais também... Fazendo artesanato, dando aulas particulares, ajudando sempre quem me procura pedindo material, sugestões... O de sempre... E mais um pouco! Rsrsrsrrs... Mas são vocês que me "empurram" a cada dia na procura de alguma coisa boa para aqui postar aqui e no Facebook... Se vocês não me acham aqui, est...

Olhos suplicantes...

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Ah, como tem coisas lindas nesse mundo! Uma delas é a "voz" de Rubem Alves... a outra é a sensibilidade de um jornalista ao fazer uma foto que diz mil palavras... Foto: Alberto Meneguzzi - Haiti/2010. ASSIM NASCE A BONDADE... “Se te perguntarem quem era essa que às areias e aos gelos quis ensinar a primavera...”: é assim que Cecília Meireles inicia um de seus poemas. Ensinar primavera às areias e aos gelos é coisa difícil. Gelos e areias nada sabem sobre primaveras.., Pois eu desejaria saber ensinar a solidariedade a quem nada sabe sobre ela. O mundo seria melhor. Mas como ensiná-la? Seria possível ensinar a beleza de uma sonata de Mozart a um surdo? Como, se ele não ouve? E poderei ensinar a beleza das telas de Monet a um cego? De que pedagogia irei me valer para comunicar cores e formas a quem não vê? Há coisas que não podem ser ensinadas. Há coisas que estão além das palavras. Os cientistas, os filósofos e os professores são aqueles que se dedicam a ensinar...

Aprendi como é amar...

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Como é bom acordar de manhã envolta em um abraço. Mesmo que a princípio se pense em “segundas intenções”... Agora? - pergunto eu. Não, não... Eu só quero te namorar um pouquinho. - Responde ele. E ficamos os dois ali, agarradinhos. Eu com meu rosto na curva de seu pescoço e ele com os lábios em meus cabelos. E pude sentir como é a paz de ser... simplesmente amada! Do jeito que sou. E ali, de repente, inundou-me o sentimento maravilhoso e único de se sentir “parte” de alguém. E lembrei das muitas lições sobre o amor. Que dizem que devemos ser independentes e únicos para sermos felizes. Ah, como estão enganadas essas teorias. Ultimamente tenho pensando muito em como são nossas relações de amor, de comprometimento. Na maneira um tanto equivocada com que distribuímos e recebemos amor. Nosso amor, via de regra, é um amor “projetado” para nós mesmos. Amamos do “nosso jeito”. Amamos entregando somente aquilo que, acreditamos, não nos fará falta. E esse amor é um amor “contro...

Rasga, queima, enterra...

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Dizem que jamais devemos nos arrepender do que fazemos... E, sim, do que não fazemos. Tenho minhas teorias sobre isso... E uma espécie de “ritual” que criei lá na minha adolescência. Certa feita (legal essa?), quando eu tinha uns quinze anos, comecei a namorar um primo de uma amiga minha. Estávamos lá jogando vôlei na nossa rua (fiz isso, por incrível que pareça!), e de repente: Virei meu pé! E o rapaz me socorreu. Como um príncipe encantado que vem em socorro da donzela ferida, ele me carregou (era possível naquela época) e aí, como mocinhos de uma história de amor começamos a namorar... parecia tão romântico e a propósito. Só parecia. Acrescento que durou pouco. Um pouco que foi até demais. Isso porque ele era por demais meloso, pegajoso, grudento mesmo. E eu comecei a desejar, com todas as minhas forças, que as férias dele na casa da tia acabassem o mais breve possível. E mais, de repente o jeito dele me parecia tão... tão... “bicha”. Ou eu que passei a olhar pra...

Flanelinha...

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Edição de imagens: um dos meus "amadorismos"... Foto: Alberto Meneguzzi (Estilizada)    Tua boca não me diz... Mas sabe do que falam teus olhos? Falam das mil dores que teu coração criança sente... Eles falam das tantas lágrimas que     nem teu pranto consegue derramar mais... Eles não falam da esperança, que tua mão em arco pede,     tão ostensivamente, por detrás destes vidros que te fecham nessa realidade trágica que é a tua vida... Mas, teus olhos tristes sabem quantas janelas fechadas te separam do meu afago... Angela Rocha

Os segredos da amizade...

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Andei pensando no quanto o conceito “amizade” anda banalizado na internet. As pessoas procuram “amigos” e fazem “coleção” deles. Nós nos dizemos amigos, mas na realidade, não o somos. Que sabemos nós de pessoas que nunca vimos frente a frente? Como podemos chamar de amigos aqueles que só conhecemos através de fotografia? Ou de uma webcam? Como podemos chamar de amigo aquele de quem nunca sentimos o calor do abraço. Ou sabemos como é o brilho dos seus olhos? E como ele fica com cara de choro? Ou se está, de fato, me “ouvindo”? Ou retribui meus sentimentos? Amigos são pessoas que se amam, que dividem coisas, que escutam e que fazem de tudo para que o outro cresça e se engrandeça aos olhos do mundo. Entre amigos não existe desconfiança nem inveja. Se alguém vêm falar mal de um amigo você o defende e vai imediatamente avisá-lo. Não para fazer fofoca, mas para que o amigo saiba em que terreno está pisando e quem são seus verdadeiros amigos. Entre amigos não existem “segredo...