quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"Cartão de visita" do Catequista...

Está chegando o dia de iniciar a Catequese na maioria das paróquias...

Que tal confeccionar um "cartão de visita" do Catequista?

Nele você pode por o endereço e telefone da paróquia, com o dia e horário da catequese. Pode colocar até o horário da missa!

Alguns pais, às vezes, levam um ano para lembrar do seu nome... 
Esta é uma maneira de "personalizar" a catequese das crianças.

E para se transformar num "lembrete" é só colar num imã de geladeira (destes que a gente compra em metro)

Assim nem os pais e nem a criança vão esquecer o compromisso.

Caixa dos sonhos

Republicando...
            
            SUGESTÃO DE ATIVIDADE PARA ABERTURA DO ANO
                             (Com catequistas ou catequizandos)


CAIXA DOS SONHOS




OBJETIVO:  
Incentivar o início da caminhada anual. Lembrar que é preciso ter objetivos (sonhos) e acreditar que eles possam ser concretizados. Incentivar a crença na mudança e que somos parte primordial nisso ao planejarmos e acreditarmos que as coisas podem ser melhores. Incentivar a oração diária.
 
MATERIAL:
 
- Papel sulfite branco cortado em tiras de mais ou menos 2,5 cm. Depois de recortados confeccionar um “caderninho” com mais ou menos 10 folhas, usando para juntá-las um grampeador. Deve haver um “caderno” para cada participante;

- Confeccionar uma caixinha (quadrado de 10x10 cm com altura 5 cm) para cada participante. Pode ser em MDF, papelão ou qualquer material. (Uma sugestão somente, pode ser outro tipo de embalagem, tamanho, etc.);
- Um chocolate “Sonho de Valsa” para colocar em cada caixinha;
- Confeccionar um cartãozinho para colocar em cima de cada caixinha escrito: “Coloque Deus no início e ele cuidará do fim”.

EXECUÇÃO:
 
- Distribuir aos participantes, logo na chegada, o “caderninho”;
- Logo depois das boas vindas perguntar a todos se eles tem expectativas para este ano. Se tem algum sonho a realizar (com relação a catequese ou a sua vida).  Lembrar de alguns sonhos que deixamos pra trás, esquecidos... (Utilizar algum texto de apoio e adaptar às necessidades do grupo);
- Pedir que cada um escreva nas folhas de papel os seus sonhos (um sonho em cada papel), incentivar a pegar mais papel se for necessário ou, se não conseguir preencher todos, não tem problema; depois dobrar cada papel em quatro e segurar na mão.

(Música de fundo: Não deixe de sonhar- Chimarruts: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZiGalG62-KY#!);

- Assim que todos tiverem terminado, pedir que se levantem devagar e peguem uma caixinha (que deve ter sido previamente colocado em uma mesa decorada com flores, toalha, etc.). Pedir para não abram a caixa enquanto todos não estiverem de volta ao seu lugar;
- Assim que estiverem todos sentados, permitir que abram a caixa e pedir para que substituam o sonho ali de dentro (Sonho de Valsa) pelos sonhos que estão escritos no papel;
- Colocar um vídeo de motivação/música. 
Sugestão: Ressuscita-me (Aline Barros) ou alguma música que fale de sonhos, milagres, acreditar...;
- Criar um clima de emoção falando no quanto é importante ter sonhos, desejos, aspirações, sempre com Deus em seus corações, que mesmo que muitos desses desejos não se realizem, Deus sabe o que precisamos, a hora e o lugar. Mas que quando acreditamos de verdade e lutamos por aquilo que queremos, sejam coisas materiais e imateriais, fica bem mais fácil de realizar, e que os sonhos e muito do que pedimos, Deus realiza sem mesmo a gente saber ou perceber; 
- Pedir a cada um que depois, deixe em sua casa a caixinha num lugar especial e que todo dia lembre de fazer uma oração pela concretização de seus sonhos (falar da importância de ACREDITAR e orar); 
- Fazer uma oração pedindo a todos que segurem a caixinha junto ao coração e com a outra mão (a esquerda) toquem a pessoa que está do seu lado. Nesta oração fazer uma reflexão sobre aquilo que pedimos de “impossível”, aquilo que pedimos de espiritual, de material e se pedimos pelo nosso semelhante. Peça para que todos rezem pelos seus sonhos e pelos do seu irmão que está ali do lado. Finalizar com o Pai-Nosso. 

Obs.: Esta dinâmica foi aplicada na escola onde faço trabalho voluntário, no primeiro dia da Semana Pedagógica. Fiz algumas adaptações para utilizarmos na catequese.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Desapego...



Chega um momento em que precisamos nos desapegar. E esta ação descrita no dicionário como “falta de afeição” é antônimo, é claro, de “sentimento de afeição, de simpatia por alguém ou alguma coisa”. E o apego faz parte da vida do ser humano. Impossível viver e amar sem apegar-se!

Mas praticar o desapego nem sempre é fácil. Leva a gente a um grande exercício de deixar o "confortável", sair de si mesmo e imaginar o que pode vir depois.

O apego normalmente está ligado aos vínculos afetivos que construímos ao longo de nossa vida. É assim com um par de tênis velho, uma jaqueta, um casaco puído... Pode olhar em seu guarda-roupa e em seus armários. Vai ver que muita coisa que tem lá você nem usa mais. Mas existe uma ligação afetiva, uma lembrança, um conforto de saber que aquilo "lhe pertence". Que aquelas coisas te fizeram um bem danado em alguma época de sua vida.

Psicólogos nos aconselham a fazer uma “limpeza” em nossos armários de vez em quando, para praticar o difícil exercício do desapego. Porque tal como nossas roupas e calçados, nossas relações precisam ser "renovadas". E veja só: falei "renovadas" e não "perdidas". As roupas podem ser doadas ou transformadas em "cobertor" para o cachorro, pano de chão, sei lá. Já os momentos bons que você viveu vão ficar com você para sempre. A roupa que vestia ou o calçado que cobria seus pés, eram só sua "casca". O bom ficou aí dentro de você!

E precisamos pensar assim quando mudanças se fazem necessárias em outras esferas de nossas vidas. Como mudar de cidade ou "desocupar" um cargo. Não é fácil deixar aquilo que acreditamos "nosso". Entregar nossos projetos tão carinhosamente sonhados em mãos de outrem. Imaginar nossas conquistas e progressos não valorizados pelo nosso sucessor. Mais difícil ainda é se “desapegar” de uma relação que se desgastou com o tempo e não te traz nenhum bem.

Acredito mesmo que o melhor seja "não imaginar"...

Coisa boa é pensar no que vem depois! Nos novos espaços, nas novas lutas, nas prováveis vitórias. No recomeço em outro lugar... Porque Deus não nos leva a lugares sem pensar que ali devemos permanecer somente ENQUANTO SOMOS NECESSÁRIOS. Confie nas sementes que plantou. O solo era fértil? Você adubou bem? Elas vão germinar e florescer, independente de quem fará a colheita.

Desapegue-se. Seja feliz pensando em um novo "apego", em novos projetos, em novas construções...

Ângela Rocha
angprr@uol.com.br

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Itinerário Catequético...



E aí? Vai começar a caminhada catequética de 2013... Vocêjá tem um "mapa" para seguir??



ITINERÁRIO CATEQUÉTICO

“A Catequese é em processo dinâmico e abrangente de educação da fé, um itinerário, e não apenas uma instrução.” (CR 282).

O que seria afinal esse “Itinerário”?

Numa definição genérica, itinerário é a descrição de um trajeto a ser percorrido. Por exemplo: uma empresa de ônibus urbanos ao definir o itinerário de determinada linha, indica todos os pontos de parada do ônibus desde o início até o fim da linha. A esta indicação dá-se o nome de itinerário. Já um itinerário de turismo é um pouco mais elaborado: é um artigo que descreve uma rota por vários destinos ou atrações, dando sugestões de onde parar, o quê ver, como preparar-se, etc. Se a gente considerar os destinos como pontos em um mapa, o itinerário descreve uma linha que conecta os pontos.

Agora vamos considerar esta palavra na CATEQUESE.

“Um Itinerário Catequético é um circulo mais ou menos prolongado de encontros que integra uma ou várias temáticas (etapas, módulos, blocos) do mistério dentro do processo. Neste itinerário se inclui os conteúdos, as celebrações litúrgicas, a catequese mistagógica, a integração entre a comunidade e o compromisso apostólico.” Eu acrescentaria aqui ainda a dimensão família.

Isso significa que um itinerário é um PLANEJAMENTO, um mapa, um guia do caminho a ser percorrido. No caso da catequese, ele prevê objetivos a serem atingidos, conteúdos que serão explanados, ações transformadoras que se pretende e as dimensões celebrativas que darão suporte à catequese mistagógica.

Assim temos que, uma simples instrução, é chegar e expor o conteúdo, sem ligação ou compromisso com as ações transformadoras e com a dimensão litúrgica da catequese, não se envolve a comunidade ou a família. Em contraponto, o Itinerário prevê as conseqüências do que se ensina, na vida e na missão do catequizando, como isso será percebido e colocado em prática.

Falando mais na prática, um itinerário catequético PRECISA observar os seguintes pontos: primeiro observar a quem ele se destina (crianças, adolescentes, jovens, adultos, deficientes...); em seguida ver os objetivos da catequese (Sacramentos, formação cristã... ); verificar por fim, o tempo que demanda esta ação e a preparação dos “guias” (catequistas, introdutores) que irão trabalhar na condução do processo. Só aí então, construir o “roteiro/itinerário”, observando o seguinte:
- Conteúdos (temas e formação bíblica);
- Celebrações litúrgicas e mistagógicas (missas, entrega de símbolos, retiros, orações, Via sacra...);
- Vivencia comunitária (família, comunidade, festas, sociedade);
- Dimensão missionária (compromisso apostólico).

Enfim, o Itinerário descreve o que se fará, EFETIVAMENTE, para se trabalhar o processo catequético, o "como" chegar a cada um dos objetivos (pontos), que se pretende, ou seja, o ensino da fé e a vivência cristã eclesial.

Ângela Rocha

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Escreva-me uma carta por favor...



Campanha permanente pela carta de amor: mas, a carta escrita à mão, com local de origem, data, saudações, motivos, “despeço-me por aqui”, papel fininho e pautado, pelos Correios, portadores ou menino de recados.

Como canta o rei Roberto: “Escreva uma carta, meu amor, e diga alguma coisa, por favor,” e agora Beatles: “Ô, Mr. Postman!”. Tem também aquele do Waldick Soriano, nosso Johnny Cash baiano: “Amigo, por favor, leve essa carta/ e diga àquela ingrata/ como está meu coração…”

É minha campanha permanente pela volta da carta de amor, manifesto sempre repetido por mim. Chega de SMS e e-mails lacônicos e apressados.

Debruce a munheca sobre o papiro e faça da tinta da caneta o seu próprio sangue. Não tema a breguice, o romantismo, como já disse o velho Pessoa, travestido de Álvaro de Campos. “Todas as cartas de amor são ridículas, e não seriam de amor se ridículas não fossem”.

A carta, mesmo com todas as modernidades e invencionices, ainda é o melhor veículo para declarar-se, comunicar afinidades e iniciar um feitio de orações.

O que você está esperando? Vá ali à esquina, compre um belo papel e envelopes, e se devote. Se tiver alguma rusga, peça perdão por escrito, pois perdão por escrito vale como documento de cartório.

Se o namoro ainda não tiver começado, largue mão dessas cantadas baratas e internéticas e atire a garrafa aos mares. Uma boa carta de amor é irresistível. Mas não vale copiar aqueles modelos que vêm nos livros. Sele o envelope com a língua, como nas antigas, lamba os selos, esse pré-beijo dos lábios da futura amada.

De novo o clichê de Pessoa, para encorajá-los mais ainda: “As cartas de amor, se há amor, têm de ser ridículas”. Às moças é consentido, além dos floreios e da caligrafia mais arrumadinha, a reprodução de um beijo, com batom bem vermelho, ao final, perto da assinatura.

Que os amigos, e não apenas os amantes, se correspondam, fazendo dos envelopes no fundo do baú as suas histórias de vida.

Pela volta da carta, que já é por si só uma maneira devota, um tempo que se tira, sem pressa, para dedicar-se a quem se gosta. Pela volta da carta, pois o que se diz numa carta é de outra natureza, é o bem-querer em tom solene.

O que você está esperando, meu amigo, minha amiga, largue esse cronista de lado e debruce-se sobre a escrivaninha. Uma mesa de bar ou de um café também são bons lugares para assentar as suas mal-traçadas linhas.

Lembrei-me agora de um começo clássico de missivas: “Venho por meio desta dar-te as minhas notícias e ao mesmo tempo saber das tuas”...

PS: Faço minhas as palavras de Xico Sá (o autor dessa missiva).

Ser mãe...

Hoje eu soube que uma amiga muito querida está grávida...
E igual felicidade me invadiu o coração... 
Porque ser MÃE é o que há de mais especial na vida de uma mulher. Por isso Deus nos confiou a missão de gestar a vida...
A você querida Fernanda, que Deus Te olhe e proteja e que Nossa Senhora, Nossa mãe, te cubra com seu manto de confiança e amor!


Oração da Gestante

Pai criador, meu único Deus e zeloso protetor, vem me abraçar e me beijar, para que eu me sinta amada.
Pai do céu, caminha sempre ao meu lado, para proteger-me de todos os perigos e aflições, e para conduzir a minha gravidez da forma mais saudável e tranquila possível.
Permita que eu me espelhe nas virtudes de Maria, mãe de Teu filho, Jesus.
Envolva, Senhor, a mim e ao meu bebê, com a ternura do Teu olhar.
Manda Teus anjos nos acompanharem e zelarem sempre por nós.
Quando o futuro me parecer sombrio, encanta meus olhos com a imagem do menino Jesus.
Quando eu estiver com medo, dê-me a Tua mão protetora e anda comigo. Quando estiver carente, cobre-me com Teu manto e deixa-me repousar em Teu colo. Quando nervosa, conduz-me a matas serenas e à beira de riachos límpidos e tranquilos.
Que a Tua imagem reparadora e de paz leve embora todas as minhas ansiedades e aflições.
E que eu sinta que carregarás no colo, a mim e ao meu bebê, especialmente nos momentos em que mais precisarmos do Teu carinho e proteção.
Peço-Te, Senhor, em nome de Teu filho, Jesus, que me dê a segurança, especialmente neste período em que carrego comigo uma vida que é Tua, Pai.

Amém.

ERVAS CONGELADAS...




Sempre que encontro, uso várias ervas para cozinhar.
"Ervas" no bom sentido, por favor!
Não vão pensar que cozinho no maior "barato"...
Estou falando de manjericão, alecrim, hortelã, salsinha, etc... São elas que dão aquele "toque especial" aos pratos.

E às vezes não usamos todo aquele ramo de ervas fresquinhas, que compramos para determinadas receitas. O que fazer? Congelar.
Congelando dessa forma elas não escurecem não perdem sabor e nem o aroma , e funciona... 

Passos para Congelamento das ervas em azeite ou manteiga sem sal (derretida):


1. Escolher ervas frescas, de preferência do mercado ou o seu próprio jardim.
2. Se quiser você pode picá-las bem, ou deixá-las em ramos e folhas maiores. Nas fotos, as ervas foram finamente picadas.
3. Colocar em bandejas de cubos de gelo (cerca de 2/3 cheio de ervas).
4. Você pode misturar as ervas (sálvia, tomilho, alecrim).
5. Colocar azeite extra-virgem de oliva ou manteiga derretida sem sal sobre as ervas.
6. Cobrir com filme plástico e congelar.
7. Remove os cubos congelados e armazenar em recipientes ou sacos pequenos de congelamento.
8. Não esqueça de etiquetar cada embalagem ou o saco com o tipo de erva (e óleo) dentro!
9. Usar em assados, batatas cozidas, etc. 

NINGUÉM DÁ O QUE NÃO TEM...



Acordei hoje com essa frase... Não que eu a tenha escutado de alguém, mas porque ando refletindo bastante ultimamente sobre a qualidade de alguns relacionamentos que tenho mantido ou tentado manter. E da espera infinita de ações e atitudes que não virão. E das expectativas e anseios que criamos a respeito deste ou daquele...
Ninguém dá o que não tem. “Nemo dat quod non habet”, em latim se diz assim... Se a verdade não habita em nós, seremos sempre a casa da mentira. E a mentira não é um alicerce garantido. E um dia “a casa cai”...

Em resumo, isso se chama AUTENTICIDADE.
A autenticidade é um valor ético a ser ensinado e, acima de tudo, praticado com todos. Mais ainda com as crianças!
Ser autêntico é ensinar o que se sabe e PRATICAR o que se ensina.
E quantas pessoas por aí dizem uma coisa e fazem outra ou pensam algo e o que sai de suas bocas nada tem a ver.
E passam suas vidas sendo “desviantes”, tomando trilhas mais fáceis de que o difícil caminho da verdade...
É fácil dizer “AME”, difícil é levar isso para um coração rancoroso e incapaz de perdão. É fácil cultivar uma imagem: "isso é para os outros, não para mim".

Que tudo que aqui possa ser ensinado e partilhado, seja também praticado!
Lembre-se: Para abençoar você precisa primeiro ser a benção!

Um texto sobre isso:

NINGUÉM DÁ O QUE NÃO TEM
* Letícia Thompson

A bondade, o amor, o perdão, a generosidade, só podemos dar se trazemos nós mesmos, dentro do coração.
Pode alguém dar água de uma fonte seca ou dar pão de uma cesta vazia?
Um pé de mangas não dá maçãs e uma figueira não dá uvas.
Jesus deu amor por que sempre foi uma fonte inesgotável de amor; deu compaixão, por que isso fazia parte dEle.
Se você quer cultivar rosas no seu jardim, plante rosas. Jamais uma roseira dará margaridas.
Se quer dar luz, cultive-a dentro de si mesmo; se quer dar bondade, seja bom; se quer abençoar, seja primeiro a bênção.
Mãos frias não transmitem calor, coração triste não transmite alegria.
Você pode ser o que seu coração deseja. A decisão é sua!
Determine coisas boas e positivas para si mesmo.
Sendo para você, será também para os demais.
Seja um campo de flores bonitas e todas as pessoas que cruzarão seu caminho jamais continuarão a jornada sem carregar nelas um pouco do seu perfume.
Pense nisso...

Muita Paz!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

CURTAM A MINHA PÁGINA NO FACEBOOK!

Trabalhos artesanais em Patch Aplique, fuxico, bordado, colagem, feltro, reciclagem. Encomendas pelo Facebook: https://www.facebook.com/AvessoPerfeito
E-mail: angprr@uol.com.br ou
Telefone (43) 3025-1222.




Sacolas personalizadas :

Escolha o nome, o nome da paróquia, a profissão ou simplesmente "Catequese":






sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Receitas e receitas...


Além de ser uma catequista amadora, sou também uma cozinheira amadora...
Experimentar coisas novas, sabores novos e pratos novos, é comigo mesmo!
Outro dia fui fazer batatas assadas e usei um Mousseline de Mandioquinha (ou mandioca salsa, batata salsa) para gratinar... 
Assim aprendi a fazer esse mousse, quase um purê mesmo. Delicioso!

 

MOUSSELINE DE MANDIOQUINHA



Ingredientes

• 1 kg de mandioquinha
• 200 ml de creme de leite fresco
• 50 g de manteiga
• noz-moscada
• sal e pimenta do reino
(Para usar como cobertura nas batatas gratinadas convém acrescentar um copo de leite para ficar mais líquido).

Modo de preparo

1. Lave, descasque e pique mandioquinha.
2. Cozinhe em água fervente com sal.
3. Passe por uma peneira. Reserve.
4. Coloque o creme de leite, tempere com noz-moscada, sal e pimenta.
5. Ferva os ingredientes.
6. Tire do fogo e coloque a mandioquinha aos poucos.
7. Bata com um mixer até obter a consistência de uma mousseline (purê bem leve).
8. Por último, coloque a manteiga.

O resto da receita das batatas gratinadas?
Fica para uma outra hora... só posso dizer que inclui bacalhau (peixe) e queijo...
 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Bons tempos... Onde comer um nhoque era tão mais simples!



Hoje, entramos numa conversa culinária no facebook. De nhoque sem batata ou com batata. Isso porque, ao pensar no cardápio do almoço, lembrei dos nhoques que minha mãe fazia. Massa  batida na tigela e jogada ás colheradas na água fervente. Só que é difícil acertar o ponto da massa, sem que ela se desmanche ou fique pegajosa. Então fui buscar ajuda...

E do meu pedido de uma receita simples, vieram várias sugestões de nhoque de batata, de leite, enrolado na mesa, comprado no supermercado... Poucas pessoas sabiam de que  “nhoque” que eu estava falando. Que na verdade era feito com a simplicidade que a pobreza daqueles dias exigia. Uma amiga chegou a  me dizer: “Faça de batata que é mais fácil!”. Mas não era nada disso que eu queria! 

Eu queria voltar ao tempo em que se vivia na simplicidade. Que pouco ou nada de carne, se tinha para comer. A batata era uma coisa que não era tão comum. Era reservada às maioneses do domingo. Onde arroz e feijão era o prato de todo dia, nunca faltava. E também o trigo para fazer pão. E galinhas no quintal para botar os ovos, e tinha as coitadinhas, que não eram poedeiras, para servir de iguaria nos almoços especiais. E tinha chuchu nas cercas dos quintais, abóboras e abobrinhas de lastro, que crescia por cima da grama do jardim. Alfaces vistosas, transplantadas mudinha a mudinha, depois da brota. Cebolinha, salsinha, manjericão, alecrim; nem se pensava que podiam ser comprados; não tivesse em nossos quintais, tinha no do vizinho.

Ah, que saudade! Das muitas comidinhas simples e fáceis, sem qualquer traço elaborado ou bonito... Que hoje a gente nem encontra quem saiba mais fazer. Sinto falta de quando o cheiro do alho e da cebola frita, era tudo que se precisava para deixar um prato gostoso. E dos doces e compotas que a gente esperava a estação da fruta pra comer. Das bolachas duras de salamoníaco. Do macarrão feito em casa que secava numa toalha na beira da bacia...

Não. Isso não existe mais. Hoje a gente tem que ter uma receita escrita para seguir, passos complicados e elaborados, temperos de que nunca se ouviu falar e tudo se compra no supermercado. E não se come mais sem carne... E ninguém pensa em assá-la, ela vem de uma rotisserie (palavra chique que a gente nem sabe pronunciar)...

Ângela Rocha


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Arrebenta 2013!!




 Minha gente, o negócio todo passou. É passado.
Lentilha, calcinha branca, roupa dourada, fita do Senhor do Bonfim, 7 ondas, 7 uvas, semente de romã, arruda e sal pra lá e pra cá... Tudo isso a gente encara de boa nessas passagens loucas de ano, onde tudo é diversão...

Mas a vida  real cai matando de novo nessa quarta-feira, 02 de janeiro. E não há semente bolorada guardada na carteira desde o ano (ultra) passado que dê jeito nisso. Menos mal que não teremos o terror de encarar o fim do mundo de novo (ha ha ha! pra quem acreditou nisso!). Ou será que vai aparecer mais uma profecia maia, inca, asteca, tapaxó, ou sei lá o que, para nos tirar o sossego? Mas isso foi bom pra encarar nossos medos e fazer uma revisão de consciência (por menor que tenha sido...). Eu, bem quietinha, sem dizer pra ninguém, em dado momento cheguei a me perguntar: Se o mundo acabar mesmo? Será que tenho um lugarzinho lá no céu? Ou vai dizer que você, em nenhum momentinho chegou a pensar no: E se acontecer mesmo?

Confesso a você que na tarde do dia 21, umas trovoadas brabas por aqui, chegaram a me assustar. Mas, aí lembrei que, de dilúvio a terra não padece mais. Isso foi prometido e selado com as cores mais lindas do arco íris. Mas, mas... E esse calor dos infernos? Talvez o negócio agora seja uma fogueira ardente pra gente queimar os pecados, sem escalada nas profundezas...

É claro que o mundo vai acabar um dia. Vai sim! Mas não do jeito que os desesperados temem. O mundo vai acabar para os maus, os medrosos, os mentirosos, os injustos, os amantes do próprio umbigo, os que nunca lembram do outro e também para aqueles que não lembram de amar a si mesmos e se jogam em infernos onde os diabos são as suas próprias consciências. Sinto muitíssimo meu povo, mas, essa é a mais pura verdade! (a minha verdade!).

Mas antes de pensar nessas catastróficas previsões a la Discovery channel, a gente precisa mais é saber por onde tem andado e por onde vai andar neste 2013.

É um bom começo não repetir as mesmas idiotices do ano que passou, escolher um caminho e ir por ele de forma resoluta, firme e determinada. Nem que seja para ir até a esquina comprar o pão e o leite de cada dia. É lá que tem o pão quentinho que você gosta, que trabalha a Ana, que te atende com um sorriso; e que fazem a melhor coxinha do mundo. São certezas!

Nem é preciso grande resoluções ou “mudanças de vida” para se fazer um ano diferente e novo. O que é preciso é fazer escolhas positivas com grandes doses de certezas. Aquelas certezas profundas, que normalmente estão guardadas lá no âmago do nosso ser, no fundinho mesmo... Só esperando um cadinho se sol e ar pra respirar. Sacode a poeira delas, tira as teias de aranha que este ano vai dar! Ah vai!

Mas nessa coisa de certeza, seja coerente com o que você quer! Pergunte-se: O que eu quero pra mim? A resposta virá fulminante feito um raio: Quero ser feliz! Óbvio. Infeliz é que eu não quero ser...

E como ser feliz? Perguntinha sem-vergonha essa! Como se tudo fosse te cair no colo como fruta madura e suculenta. Como se fosse simples viver e com um sorriso fossemos ganhar todos os nossos inimigos... Vai dar não! Sinto muito. Algumas coisas são certas, outras não fazem o menor sentido. O jeito é ralar o peito e caminhar sem medo. Se você tiver algumas certezas, ótimo! Bota elas pra acontecer! Sorria e caminhe, você está no lucro!

Mas e as pedras no caminho? Eu que o diga! Encontrei com uma delas dentro de mim... E doeu, doeu pra burro! Mas estas eu detonei tomando muita água e chá de quebra-pedra. Mas e as outras? Aquelas que a gente não vê nem com ultra-som? E que só ficam visíveis depois que a gente tropeça? Bom, o negócio é que isso acontece bem menos se a gente sabe, de antemão, o caminho que vai trilhar.

Agora, sem metáforas de certezas e coerências, vamos pegar o bonde da real e perguntar sempre Para que e Por quê. Se a resposta for simples e sincera... Aleluia! Estamos no caminho! E mais! Coisa muito importante é fazer primeiro POR VOCÊ!

Nossa! Isso é pecado, é egoísmo, Jesus não ensina isso! Ensina sim. Se você aprendeu a fazer o que te faz bem e te deixa feliz, você fará tudo ao seu redor vibrar. A gente sabe “cuidar” do outro quando cuida bem de si mesmo. Ama-se, tenha paixão por si mesma (o), admire-se tranquilamente, seja uma pessoa que sabe o que quer e aonde vai. Com certeza muita gente vai querer te seguir...

Assinado: Preta Veia Amadora (perdoem-me a metáfora...)
Caminhando e tropeçando por aí, há 46 anos...
Mas nunca nas mesmas pedras!