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QUANDO OS ÍDOLOS NUNCA MORREM...

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Sou fã incondicional de Elvis. Tinha onze anos quando ele morreu. Não me lembro se isso causou impacto em mim ou não. Dessa época só me lembro que assistia aos filmes dele na TV. O fato é que sempre soube quem era Elvis, parece que já nasci sabendo. Minha irmã, sete anos mais velha que eu, foi uma grande influência. Lembro de nós três, irmãs e fãs, dançando feito loucas na sala, ao som de Elvis na vitrola. Não tinha, claro, consciência do ele representaria para o mundo da música. Só sabia que gostava daquela voz de veludo e daquele som maravilhoso que fazia a gente ter vontade de sair pulando. Bom, o fato é que, como dizem os aficcionados por música, o mundo não seria o mesmo se Elvis não tivesse existido. Quem nunca escutou "Always On My Mind" ou "Love Me Tender"? Ou “ My Way” na voz dele? Fora os ritmos quentes do rock. Ele misturou o country com o blues num ritmo mais acelerado e criou a fórmula do rock’n’rol. Bonito, (lindo, pra falar a verda...

COMO PRESERVAR O SEU CASAMENTO... 2ª PARTE

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Aconselhamentos aos casais ― módulo II Conforme prometido, os conselhos da revista  O Cruzeiro  aos maridos, em 1935, pelo "chronista" Luiz Raymundo, amplamente divulgados para uma classe média que vivia entre guerras e saudava Getúlio Vargas. Interessantes os maiôs da época, os campeões de natação dos clubes urbanos e os cabelos das "coquettes" nas colunas sociais, em sua maioria, respeitáveis senhoras casadas. Na seção " Conselhos ao esposo ", Raymundo afirma que um homem deve estar sempre barbeado "de fresco", coisa pela qual sempre lutei pela vida afora. Deve haver mulher que goste de lamber pelos, mas nunca foi meu caso, nem sob os disfarces do terrível cavanhaque. O cronista continua o texto indicando que o marido não se irrite quando a mulher pedir dinheiro, e nem mesmo que o cônjuge peça satisfação sobre os gastos dela. Isso é coisa de mulher. Que a deixe livre para resolver os gastos da casa e, eventualmente, os da perua....

COMO PRESERVAR SEU CASAMENTO...

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Conselhos que dou a vocês depois de 30 anos de casamento... Mas, isto vale só para as “moças”... Cuidado lá, heim? Este texto é de Ana Elisa Ribeiro, colunista do http://www.digestivocultural.com/ e achei bem interessante: Aconselhamentos aos casais ― módulo I “Trabalhei durante alguns anos em uma editora e tínhamos lá um excelente acervo de revistas antigas. Apesar do cheiro de papel velho e mofo que deixavam na sala, aquelas revistas eram nossa diversão nas horas vagas, nas pesquisas iconográficas e nos momentos de vagabundagem. A maior coleção era a de O Cruzeiro, especialmente os números de 1935. Copiei e guardei muitas matérias dessa época e tiro proveito delas até hoje. E nesta onda de auto ajuda que temos hoje, vale lembrar os conselhos da seção (e aqui preserva-se a grafia original das palavras para nos atermos mais à importância dos conselhos) "conselhos ao esposo" e os "conselhos à esposa" contidos no número de 11 de maio de 1935, ...

COMO SERIA A VIDA SEM INTERNET?

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Achei esta matéria no site do WIX, e achei bem interessante. De fato, eu seria uma das pessoas que me veria completamente "perdida" sem a internet! O mundo como nós o conhecemos mudou dramaticamente nos últimos anos, e é tudo graças a uma certa palavra mágica chamamos de internet. A rede mundial de computadores foi criada em 1991 e, desde então, a tecnologia tem sido decolando (quase) na velocidade da luz. Alguns (ou até muitos) de nós nasceram em uma época onde a tecnologia não era a que conhecemos hoje e nem acessível a todos. Mas nós nos acostumamos rapidamente as facilidades que esta tecnologia nos trouxe e dificilmente conseguimos pensar como seria de nossa vida sem ela. Mas a equipe Wix está aqui para isso! Apertem os cintos, iremos fazer uma pequena viagem a uma realidade paralela e um pouco assustadora. Afinal, como seria nossa vida sem internet? 1. “Seguir” a vida de alguém poderia te levar a prisão. 2. Ter seguidores potenci...

DIAS DE VENTO...

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Gosto dos dias de vento. Sempre que o ouço balançando as minhas janelas, não resisto a espreitar lá para fora para ver tudo o que ele mexe... Quando temos o coração acordado, até o vento pode conversar conosco. E dizer-nos muitas coisas importantes... A mim, que em frente à janela do meu quarto tenho muitas árvores, o vento fala-me sempre da importância das raízes. Sim, gosto dos dias de vento, porque me lembram a importância de ter raízes. Às vezes, parece que vivemos sem chegar nunca a lançar raízes profundas. Ter raiz significa encontrar um sentido verdadeiramente válido para viver, um sentido daqueles que as primeiras tempestades de inverno derrubam, perene, mais forte que a morte, como o Amor. Um dia, Jesus disse tudo isto contando a parábola das duas casas. “Era uma vez um homem insensato, que construiu a sua casa sobre a areia: veio a chuva, o vento e a tempestade e a casa ruiu. E havia um outro homem, este sábio, que construiu a sua casa sobre a rocha...

SACUDINDO O PÓ DAS SANDÁLIAS

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“Quanto àqueles que não vos acolherem, ao saírem daquela cidade, sacudam o pó das suas sandálias, para que sirva de testemunho...”.  (Lucas 9,5) Eu sempre me perguntei o que exatamente Jesus quis dizer nessa passagem bíblica. Ela sempre foi para mim objeto de espanto, em princípio ela parece uma atitude muito rigorosa. Mas, por que Cristo instruiu os discípulos a agirem assim? Parece uma recomendação um tanto dura com relação ao trabalho missionário. Teria ele ficado indignado com aqueles que se recusavam a ouvir sua mensagem? Ou estaria “lavando as mãos”? Qual é, realmente, a nossa responsabilidade quando as pessoas, simplesmente, não querem nos ouvir? Pois bem, essas minhas inquietações estão bem condizentes com o momento que estou vivendo. Estou me sentindo bem fracassada nesta minha última “aventura” em ser catequista numa comunidade e fazer parte dela. Tentei durante três anos, modificar algumas coisas na catequese, implantar novos projetos e ser aceita como uma...

Bonita que só ela!

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Estamos habituados a revoluções feitas com armas, que deixam um fio de sangue a escorrer no chão… Estamos habituados a confiar nas mudanças que são impostas pela força, porque nos queixamos muito da violência, mas, é sempre a ela que recorremos quando queremos que as coisas fiquem diferentes… É por isso que o Evangelho ainda nos parece tão estranho, às vezes…Porque nos conta a história de uma revolução feita de ternura. Porque o Evangelho nos conta a mudança mais decisiva que foi introduzida no mundo, mas é uma mudança selada pela mansidão e pela não-violência. Era uma vez uma mulher, bonita que só ela, uma mulher que vivia numa aldeia pequenita da Galileia chamada Nazaré, e ficou para sempre ligada à história que muda a história! O nome dela era Maria e foi da sua boca que nasceu o hino mais revolucionário que se tinha ouvido alguma vez. Foi uma exultação de alegria, porque há revoluções que nascem da Felicidade! Foi um c...